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Metaverso da Loucura: que setores (e empresas) vão sobreviver à nova realidade digital

Para não ficar de fora dos novos negócios, marcas de diferentes segmentos garantem presença digital investindo na alta performance de brand personas

Rodrigo Goldacker
Metaverso da Loucura: que setores (e empresas) vão sobreviver à nova realidade digital

Não interessa o segmento da sua empresa, o metaverso vai mudar seus negócios.

Uma recente pesquisa da CBI Insights, conhecida por suas análises e pesquisas sobre mercado, investimentos e tecnologias, mostrou quais os segmentos que vão ser mais transformados. O nome é divertido: “Metaverse of Madness” (algo como “metaverso da loucura”), mas o assunto é bem importante. Com dados detalhando cada setor que será impactado pela transformação tecnológica – além de exemplos bem-sucedidos daqueles que estão saindo na frente em cada uma dessas áreas , fica a mensagem para qualquer outra empresa interessada.

Metaverso: como, por que e para quem?

A guinada do metaverso não acontece sozinha, mas vem alavancada por duas principais tendências: o relatório diz que a mudança de comportamento da geração Z, mais aberta a novas tecnologias do tipo, e a disseminação de tecnologias blockchain, especialmente criptomoedas e NFTs, combinam-se ao metaverso para construir um novo ecossistema online que é, ao mesmo tempo, mais descentralizado e mais conectado do que a Internet em que vivemos atualmente.

Com estas tecnologias de base já decolando atualmente, o que falta para o metaverso pode ser entendido quase como um detalhe: o desenvolvimento de novas tecnologias e interfaces mais imersivas, como capacetes de realidade virtual, e de ambientes para o uso dessa tecnologia, como aqueles que a Meta, empresa de Zuckerberg, está começando a desenvolver.

“O futuro é cada vez menos especulativo. Conforme o mercado avança no sentido do metaverso, há uma adesão irreparável: a chegada dos early-adopters chancela quem vem depois. Mas o maior benefício ainda fica para quem chega primeiro”, comenta nosso head de Business Development, Marcelo Magalhães.

Então, mesmo que esteja ainda nos seus primeiros passos, é mais ou menos uma aposta segura a de que o metaverso realmente vai impactar nossas vidas – e não é por menos que empresas já começaram a investir pesado nos preparativos para migrarem para este novo universo.

E apesar do foco inicial estar principalmente em como o metaverso afetará a comunicação de marcas, o entretenimento e os jogos, na verdade há setores dos mais diferentes que serão transformados pela tecnologia.

Segundo o relatório, os principais afetados serão:

  • A moda
  • O varejo
  • Os games
  • Os esportes
  • O mercado fitness
  • O mercado imobiliário
  • Os serviços financeiros
  • A cibersegurança
  • O espaço de trabalho e as ferramentas colaborativas
  • A educação
  • Os eventos
  • O setor jurídico

As mudanças também são diversas – vão desde novos protocolos para melhorar a segurança em interações online, até novas maneiras de planejar, visualizar e vender projetos arquitetônicos – com uma nova demanda para legislações que regulamentem os limites e possibilidades desse mundo novo.

Por onde começar a investir?

Uma das apostas mais acertadas de investimento para o metaverso – e que já traz resultados desde já – é o desenvolvimento de influenciadores virtuais, ou seja, avatares 3D que possam no futuro encarnar marcas ao interagirem com o público em ambientes virtuais imersivos.

E se o potencial futuro é assim tão promissor, os resultados de agora já são bastante impressionantes: como demonstramos recentemente aqui mesmo, em nosso blog, só na China o mercado de marketing influência já movimenta mais de U$ 200 bilhões, dez vezes mais que o mesmo mercado nos Estados Unidos.

É nesse valor grandioso que estão crescendo os influenciadores digitais. Um exemplo que o relatório da CBI traz é o da influencer Candy, construída pela Prada como garota propaganda para uma campanha agora, em 2022.

Uma das vantagens descritas pelo relatório para o investimento em influenciadores digitais é a mesma que Marcelo destaca: “o influenciador virtual tangibiliza a marca, trazendo mais previsibilidade no comportamento e no orçamento; além disso, é mais fácil planejar exatamente o que se comunica e interagir com o público diretamente. As conversas construídas assim são mais constantes e dialógicas, ao contrário do modelo de campanha tradicional. É a partir de influenciadores virtuais que vivem exclusivamente para isso que empresas podem contar com alguém que encarne exatamente quais são os seus valores”, explica.

Brand Personas hoje e amanhã.

Hoje, segundo dados da Humans.org, influenciadores virtuais já podem conquistar até três vezes mais engajamento com fãs, quando comparados com influenciadores humanos. No futuro, quando puderem migrar para o metaverso e interagir com seus públicos ainda mais diretamente, esse engajamento tem tudo para aumentar.

É por isso que o investimento em influenciadores virtuais, conhecidos também como Brand Personas quando associados a marcas, é um dos investimentos mais acertados para conquistar resultados agora e já começar a se preparar para o futuro.

É por isso, também, que a PYXYS resolveu investir nesse mercado, em parceria com a Ilustraria 3D, lançando o produto Brand Persona – um pacote completo, o único no Brasil do seu tipo, que entrega todas as etapas de um influenciador digital de uma vez só – do importantíssimo processo de branding e planejamento (construindo o nome, a personalidade e o conceito do personagem), ao processo de modelagem 3D e entrega de poses para criação de conteúdos, até a criação desses conteúdos em redes sociais e, finalmente, a análise de performance dos resultados que o influenciador digital está trazendo.

A ideia é construir uma comunicação mais humana. Em certos casos, sua marca talvez não possa conversar bem com uma determinada pessoa – mas sua brand persona talvez possa. “É por isso que o Brand Persona é muito mais “persona” do que brand”: porque com influenciadores digitais, marcas conseguem estabelecer uma proximidade de comunicação para alcançar públicos que, como instituição, não alcançariam”, Marcelo finaliza.

Pelo que os relatórios da CBI apontam, essa nova comunicação humanizada  está começando – e quanto antes investirmos nela, melhor.

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